Planear o futuro hoje: uma OST ajuda a preparar gradualmente o parque imobiliário para a era pós-petróleo e gás, visto que os edifícios são planeados com um horizonte de investimento de algumas décadas.
Poupar energia ... e poupar o ambiente: se a Europa cobrir 50% do seu consumo de água quente com solar, a poupança será grosso modo de 12 Mtep por ano, equivalente ao consumo total para aquecimento ambiental e de água de quase 10 milhões de habitações familiares.
Agir a tempo: é melhor incluir o solar desde o início do planeamento de novos edifícios ou quando se instala um novo sistema de aquecimento nos edifícios existentes. Uma OST garante que a conveniência destas oportunidades não é esquecida.
Os proprietários constróiem, os inquilinos poupam: uma OST garante que as renováveis são utilizadas mesmo quando as contas da energia são pagas pelos inquilinos, os quais não podem tomar decisões sobre investimentos estruturais.
Promoção do solar térmico: através da criação de um mercado estável numa parte do parque imobiliário, os investimentos alavancados pela OST no conjunto da cadeia de abastecimentos, conduzem a economias de escala e a uma maior utilização da energia solar. As OSTs também encorajam a utilização voluntária da energia solar para além dos valores fixados pela lei, e em edifícios não sujeitos a tal obrigação.
Não é necessário dinheiro público: promover o aquecimento renovável através de incentivos financeiros à custa do orçamento público torna-se cada vez mais difícil, à medida que o volume de mercado cresce; as OSTs mostram ter um impacto muito limitado no orçamento público, dado que os custos principais são suportados pelos empreendedores ou proprietários dos edifícios, os quais não terão qualquer dificuldade em passar para os utilizadores dos edifícios, os quais também beneficiam de facturas mais reduzidas de energia graças aos sistemas solares.